14 jan, 2016 - 09:46 • Susana Madureira Martins
O programa da campanha de Maria de Belém Roseira ainda não teve verdadeiro contacto de rua. Sucedem-se visitas a fábricas, a lares, a misericórdias, a hospitais, mas acções de campanha a céu aberto é que não têm acontecido. A candidata detesta que lhe coloquem perguntas sobre esse assunto.
A falta de uma máquina partidária é facilmente detectável. Não há, um aparelho que faça aparecer gente, apoiantes, simpatizantes que encham o cenário, mas Maria de Belém prefere sublinhar o apoio declarado de muitos socialistas.
À reportagem da Renascença, o socialista Alberto Martins, ex-ministro e deputado que apoia Maria de Belém, constata que na primeira volta o apoio da cúpula do partido não é possível. Os apoiantes de Belém mantêm a esperança de uma segunda volta para - aí sim - a candidata ter o apoio claro da máquina do PS